segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Teaser sonhos possíveis


INSTALAÇÃO: "..." JARDIM DA GALERIA CANIZARES

FABIANA RODRIGUES, IRIS RIBEIRO E RENATA SCKIANTA


A PROPOSTA

A instalação intitulada “...” é a realização de um projeto paisagístico no jardim da Galeria Canizares. Este sofrerá intervenções das próprias alunas responsáveis pela instalação, assim como outros membros da escola que se disponibilizarem a participar do projeto.
O projeto da instalação consiste em mobilizar uma rede de alunos, professores e funcionários da Escola de Belas Artes da UFBA a estarem ajudando na melhoria do jardim da galeria. As pessoas interessadas deverão colaborar de maneiras diversas, de acordo com aquilo que dispuserem. A doação de plantas ou mudas, a compra de material e ou a participação no dia da montagem serão os principais meios de colaboração. Além disso, a doação de obras que possam ficar expostas no jardim também será uma alternativa para aqueles que pretendem fazer deste espaço uma extensão da galeria.
Consequentemente, o resultado da mudança será proporcional ao interesse dos membros da escola em modificar uma realidade. Afinal, esta é a verdadeira essência da arte: transformar realidades.

OBJETIVO GERAL

Realização do projeto paisagístico do jardim da Galeria Canizares com a participação da comunidade da EBA.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
·      
         Estudar e planejar o aproveitamento dos itens existentes;
·       Fazer campanha de divulgação da ideia;
·       Arrecadar, com os alunos e colaboradores, plantas e objetos que componham   o jardim, em dias predeterminados, de forma que no dia da montagem da  instalação boa parte dos objetos para o trabalho esteja presente;
·   Montar um novo jardim para a Galeria Canizares, com a participação e colaboração dos alunos e funcionários da EBA, fazendo deste uma ação.


JUSTIFICATIVA


A galeria de exposições da Escola de Belas Artes da UFBA, a Galeria Canizares, é um local onde professores e alunos podem abarcar as artes visuais. Esta se localiza dentro dos terrenos da EBA, em um casarão antigo do bairro do Canela.
A proposta de organizar e ornamentar o jardim da galeria é tornar o ambiente externo a esta uma extensão da galeria. Neste espaço os artistas poderão não só expor seus trabalhos, como também dar continuação à proposta de intervenção paisagística apresentada.
Em conjunto com a esta ideia, surgiu também o interesse de despertar nos alunos e colaboradores, a ideia de que alunos também podem colaborar e participar efetivamente do processo de manutenção e melhoria das instalações da galeria da escola.   Assim, a participação coletiva na preparação e montagem, visa dentre outros aspectos, trazer a comunidade da EBA para este ideal, de “sonhos possíveis, realidades efêmeras”.
Por fim, vale ressaltar que se trata de um projeto coletivo, onde a participação em conjunto é fator determinante para o resultado esperado. E por falar em coletividade, diversas comunidades urbanas, em todo o mundo, já trabalharam com o conceito de jardins coletivos. Em Paris, desde o século XVIII, os jardins coletivos já eram desenvolvidos para garantir a sobrevivência daqueles que viviam a sua volta. Nos dias de hoje estes jardins ainda têm sido desenvolvidos, voltando ao conceito de coletividade e de transformação dos espaços no entorno das comunidades.


CRONOGRAMA:


Escrever projeto dia 24 a 30 de setembro;
Fazer campanha de colaboração e doação de plantas de 01 de outubro ao dia 08 de outubro;
Organizar o mutirão para execução dia 08 de outubro;
Observação do processo, do dia 08 de outubro a 22 de outubro;
Entregar relatório – até 17 de outubro;


REFERÊNCIAS


Pimenta Negra. Disponível em: http://pimentanegra.blogspot.com.br/2005/11/jardins-comunitrios.html Acesso em: 24/09/2012;
Jardinons. Disponíveis em: http://jardins-partages.org/. Acesso em: 24/09/2012;
Intermediae. Disponível em: http://intermediae.es/project/intermediae/page/avant_garden. Acesso em: 29/09/2012;
Galeria Canizares. Disponível em: http://galeriacanizares.blogspot.com.br/ Acesso em: 29/09/2012.

Salvem os Sonhadores!

 ...o que você espera do futuro?...quem vai fazer as coisas melhorarem ou piorarem?
...você inclui as outras pessoas nos seus sonhos?
...qual o seu papel na história?


Visitem nossa instalação na escadaria do pavilhão Tabacof; Salvem os Sonhadores!

Gustavo Pontas, Thiago Cerqueira, Adna Novais e Pedro Paulo Queiroz

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Desta vez, é pra sempre - Marina Alfaya

Intervenção: “Desta vez, é pra sempre” Poética “Carlos amava Dora que amava Lia que amava Léa que amava Paulo que amava Juca que amava Dora que amava Carlos amava Dora que amava Rita que amava Dito que amava Rita que amava Dito que amava Rita que amava Carlos amava Dora que amava Pedro que amava tanto que amava a filha que amava Carlos que amava Dora que amava toda a quadrilha”. (Trecho da canção “A Flor da Idade” de Chico Buarque) De onde nasce o encanto e onde morre o amor? A leviandade com que romances florescem e murcham poderiam desiludir até os corações mais passionais. Isso, se a contemporaneidade não fosse a geração do efêmero, da troca e do movimento. A renovação que ocorre com o encontro de outro encanto dá fôlego e amnésia em quem já provou ou provocou uma desilusão. A sedução e o envolvimento sobrepõem o receio e a mágoa, criando naturalmente um disfarce para o desamor anterior, antes eterno, numa nova união especial, inesgotável, eterna em seus limites; uma nova ilusão. E sempre se diremos: “Desta vez, é para sempre”. Diante da ampliação da liberdade sexual, poucos são os que padecem na solidão. A casualidade das relações ultrapassa o campo das possibilidades amorosas tradicionais, extrapola a intimidade de somente dois, para o universo de três ou muito mais. Se ampliarmos o que parece ser esse núcleo de relações, nos deparamos com laços muito mais estreitos com pessoas distantes, e também em frias marras com pouca afeição. Vemos então o amor refém de quadrilha emaranhada. Descrição da obra: Painel de linhas de lãs coloridas que percorrem o trajeto amoroso dos personagens Dora, Lia, Léa, Juca, Dito, Rita, Paulo, Pedro, Carlos e filha, identificados cada um por uma cor. As linhas serão enroladas em pregos fixamos aleatoriamente no lado externo da parede de tijolos das salas 14 e 15 de pintura da Escola de Belas Artes. Ao lado do painel estará o título da obra.

Sonhos no papel - Michele Carvalho Santos

1. INTRODUÇÃO

 Este quarto trabalho da disciplina EXPRESSÃO TRIDIMENSIONAL III propõe uma INSTALAÇÃO. A instalação é um fazer artístico sem conceitos pré-definidos. Contudo os parâmetros do trabalho serão: • Instalação como uma ambientação, onde o espectador poderá ou não interagir com a obra proposta, dentro de um espaço delimitado na Escola de Belas Artes; • O trabalho deverá ficar exposto por uma semana no local escolhido; • Tema: Sonhos possíveis. Realidades efêmeras. A aluna irá desenvolver o trabalho, usando de sua temática inicial do semestre que é a relação mãe e filho, adequando-a ao tema de sonhos possíveis para este projeto.

2. APRESENTAÇÃO DO TRABALHO A partir do tema “relação mãe e filho”, situação latente da discente e desenvolvido desde o primeiro trabalho surgiu a idéia de se trabalhar A ARTE DO DESENHO, O DESENHAR. O trabalho consistira numa exposição de desenhos de animais elaborados pela criança (idade de 02 anos), os quais ficarão expostos. Cada desenho terá embaixo uma foto da criança executando o desenho e a indicação de que animal se trata. O público irá interagir com os desenhos usando de giz de cera para completa-los. Ou seja, em cada desenho exposto o público irá desenhar, participar da obra final. O tema escolhido para os desenhos foram animais em razão de a criança estar aprendendo a imita-los e identifica-los. Será gravada a voz da criança imitando o som de cada animal desenhado para colocar no ambiente, o que envolverá o público na imaginação e sonhos infantis. Assim, diante da temática proposta trabalhar-se-á com os sonhos infantis, o despertar para as imaginações e a própria arte em si, a qual nasce e floresce em cada um desde a infância. Dentro da escola de belas artes este trabalho também irá mexer com os sonhos de cada um, com os desejos e a vontade de expressá-los através do desenho. A instalação foi intitulada como: SONHOS NO PAPEL.

3. O PROCESSO: O local escolhido foi o hall dos banheiros na casa principal, local de grande acesso e protegido contra as intempéries para se trabalhar com papel de giz de cera. Serão 10 tamanho utilizando-se colorido, colocados na parede e identificados com o nome do animal. desenho uma foto da produção deste. Com a indicação da idade da criança: “artista: Gabriel – 02 anos”. Os animais escolhidos serão: leão, vaca, galinha, passarinho, coruja, ovelha, pato, gato, cachorro e abelha. Animas que a criança reconhece e sabe imita-los. Será gravada a imitação feita pela criança dos animais e este som ficará no ambiente. Será colocado giz de cera num suporte e o aviso ao público: COMPLETE O DESENHO. Quem quiser participar irá desenhar de forma livre numa brincadeira de desenhar. Ao final de uma semana os desenhos estarão completados modificados e revelará os traços e sonhos de cada um. (dez) desenhos de giz Abaixo

4. LISTA DE MATERIAL: • 10 desenhos em tamanho A3 feitos com giz de cera colorido, • 03 caixas de giz de cera, • 10 fotos impressas em papel, • Som com 02 caixas para ambientação, • Cartaz com nome da obra, • Cartaz com aviso: COMPLETE O DESENHO! Pegue um lápis e revele seus sonhos!